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Dois retratos de minha autoria estarão no Salão Bunkyo de 2013

Posted in textos sobre a arte do retrato on agosto 3, 2013 by Nilo de Medinaceli

7ª Grande Exposição de Arte Bunkyo

“Após meses de preparativos e um trabalhoso processo de seleção, as Comissões de Artes Plásticas e de Arte Craft agora divulgam a relação de artistas selecionados para 7ª Grande Exposição de Arte Bunkyo. A cerimônia de premiação do evento acontece no dia 19 de outubro, na abertura da exposição, com visitação nos dias 20 a 27 de outubro na sede do Bunkyo.”

SERVIÇO

7ª Grande Exposição de Arte Bunkyo
Inauguração e Premiação: 19 de outubro, sábado, às 15h
Período: de 20 a 27 de outubro de 2013
De segunda a sexta-feira, das 12h às 17h
Sábado e domingo, das 10h às 17h
Último dia: 27 de outubro, domingo, das 10h às 15h

LOCAL
Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social
Rua São Joaquim, 381 – Liberdade – São Paulo – SP
(próx. à Estação São Joaquim do Metrô)
Informações: (11) 3208-1755, com Aurora
http://www.bunkyo.org.br

Auto-retrato com cachimbo

Cristo

Na minha opinião, o mais belo retrato da Pinacoteca de Sao Paulo. Autor: Paulo do Valle Junior

Posted in textos sobre a arte do retrato on dezembro 31, 2012 by Nilo de Medinaceli

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Sobre os textos deste blog

Posted in textos sobre a arte do retrato on dezembro 7, 2011 by Nilo de Medinaceli

Quase sempre incluo alguns estudos que venho fazendo junto a textos que achei interessantes, com o intuito de ilustrá-los um pouco e mostrar meu trabalho aos leitores.  Sei que estão longe da grandeza do que é transmitido nas citações, e só espero que os visitantes aproveitem as imagens e os textos melhor forma!

Crânio (1)

Posted in textos sobre a arte do retrato on novembro 24, 2011 by Nilo de Medinaceli

“Pela sua posição no alto da cabeça, sua forma de cúpula, sua função de centro espiritual, o crânio é muitas vezes comparado ao céu do corpo humano. Consideram-no a sede da força vital do corpo e do espírito.” (CHEVALIER, Jean; GHEERBRANT, Alain. Dicionário de símbolos. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1995)

Rosto (III)

Posted in textos sobre a arte do retrato on outubro 12, 2011 by Nilo de Medinaceli

“Em suas admiráveis considerações sobre o rosto humano, Max Picard vê nas linhas do perfil, angulosas como raios, o claro sinal da brusca ruptura que fez o homem passar da escuridão para a terra; o clarão do perfil brilha à sua frente, iluminando o seu caminho, e nós acrescentaremos, como o fio do machado; a fronte se desprende de suas origens emaranhadas como uma escuridão…metamorfoseada em nuvem celeste. O rosto simboliza a evolução do ser vivo das trevas à luz.” (CHEVALIER, Jean; GHEERBRANT, Alain. Dicionário de símbolos. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1995)

Rosto (II)

Posted in textos sobre a arte do retrato on setembro 25, 2011 by Nilo de Medinaceli

“O rosto, símbolo do mistério, é como uma ´porta para o invisível´, cuja chave se perdeu. O santo sudário de Turim é objeto de um culto excepcional, se acreditamos que reproduz o rosto do Cristo. De acordo com o padre Le Guillou, o cristianismo é “a religião dos rostos”. Olivier Clément escreve que ´Deus revelou-se num Rosto cuja luz se multiplica, de geração em geração, em humildes rostos transfigurados´. Seria necessário elaborar uma teologia e viver uma mística do rosto.” (CHEVALIER, Jean; GHEERBRANT, Alain. Dicionário de símbolos. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1995)

ROSTO (I)

Posted in textos sobre a arte do retrato on setembro 8, 2011 by Nilo de Medinaceli

“O rosto é um desvendamento, incompleto e passageiro, da pessoa, como a revelação das Mystica nas pinturas de Pompéia. Ninguém jamais viu o seu próprio rosto diretamente; só é possível conhecê-lo através de um espelho ou de uma miragem. Portanto, o rosto não é para si mesmo, é para o outro, é para Deus; é a linguagem silenciosa. É a parte mais viva, mais sensível (sede dos órgãos dos sentidos) que, quer queiramos, quer não, apresentamos aos outros; é o eu íntimo parcialmente desnudado, infinitamente mais revelador do que todo o resto do corpo. Por isso, diz Max Picard, não é sem um estremecimento que o homem ousa olhar um rosto, pois este existe sobretudo para ser olhado por Deus. Olhar um rosto humano é querer controlar a Deus…Só na atmosfera do amor o rosto humano pode conservar-se tal como Deus o criou, à sua imagem. Se não estiver cercado pelo amor, o rosto humano se enrijece e o homem que o observa tem então diante de si, o lugar do rosto verdadeiro, apenas a sua matéria, o que não tem vida, e tudo o que disser sobre este rosto será falso (PICARD, Max. Le visage humain, Paris, 1962). Para entender um rosto é preciso vagar, paciência, respeito e amor. Analisar um rosto sem amá-lo é aviltá-lo, destruí-lo, assassiná-lo – é uma vivissecção. O rosto é o símbolo do que há de divino no homem, um divino apagado ou manifesto, perdido ou reencontrado. […] ” (CHEVALIER, Jean; GHEERBRANT, Alain. Dicionário de símbolos. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1995)